Hemepar lança nova versão de aplicativo para auxiliar na doação de sangue

Mais de 110 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 já foram aplicadas no Brasil, o que significa que mais da metade da população vacinável já receberam pelo menos uma dose de imunizante, ou seja, mais de 80 milhões de pessoas.

No país, considera-se público vacinável pessoas maiores de 18 anos, correspondendo a cerca de 160 milhões de brasileiros. Já foram distribuídas, pelo Ministério da Saúde, mais 143 milhões de doses de vacinas para os estados e o Distrito Federal, possibilitando a imunização de 100% dos grupos prioritários da campanha, com pelo menos uma dose da vacina.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que essa marca vai além dos números. “Os efeitos da nossa campanha de vacinação podem ser percebidos na redução de óbitos e de internações decorrentes da doença. Estamos no caminho certo para salvar cada vez mais vidas”.

O ministro ressaltou a importância de a população completar o esquema vacinal com as duas doses dos imunizantes. “A melhor vacina é aquela aplicada no braço do brasileiro. E, para que ela tenha o efeito desejado, é preciso que a pessoa vá até o local de vacinação no prazo correto e tome a segunda dose. Só assim a imunização estará completa”, disse.

Nessa quarta-feira (7), o ministério lançou campanha para incentivar a vacinação com a segunda dose do imunizante. Entre as vacinas liberadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para serem aplicadas no Brasil, estão a AstraZeneca/Fiocruz, Pfizer/BioNTech e Coronavac/Butantan. Apenas a Janssen, da farmacêutica Johnson & Johnson, é dose única.

*Com informações do Ministério da Saúde

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Foz do Iguaçu será uma das primeiras cidades do Brasil a completar vacinação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou hoje (14), em Brasília, a realização de pesquisas clínicas de duas novas vacinas contra o novo coronavírus (covid-19). 

Uma é desenvolvida pelo Instituto de Biologia Médica da Academia Chinesa de Ciências Médicas (Imbcams, na sigla em inglês), da China, e a outra é produzida pela empresa AstraZeneca.

A primeira pesquisa realizará ensaio clínico de fase 3, controlado por placebo, para avaliar a eficácia, segurança e a imunogenicidade da vacina do Imbcams, que usa a tecnologia de vírus inativado.

O estudo, a ser realizado no Brasil, integra parte de uma pesquisa maior que também está sendo realizada na China e em outros países. Farão parte dos testes adultos de 18 anos de idade ou mais que receberão duas doses, com intervalo de 14 dias entre a primeira e segunda dose.

“O delineamento de um estudo controlado por placebo ainda é considerado metodologicamente adequado para avaliar a segurança e eficácia da vacina, considerando também que ainda há uma grande parcela da população não vacinada, desde que se leve em conta a possibilidade de acesso dos voluntários às vacinas disponíveis em um curto período”, informou a Anvisa.

Aproximadamente 34.020 participantes serão recrutados no Brasil, Malásia, Bangladesh, China e México. Desse total, 7.992 participarão dos testes no Brasil, que serão realizados no Rio de Janeiro, Goiás, Santa Catarina e São Paulo.

AstraZeneca

Já a segunda pesquisa clínica aprovada testará a vacina (AZD2816), desenvolvida pela AstraZeneca com a tecnologia de vetor de adenovírus recombinante, a mesma utilizada no imunizante anterior e que é aplicado no Brasil.

A vacina será fabricada pela empresa Symbiosis Pharmaceutical Services, sediada no Reino Unido, e é uma nova versão do imunizante aplicado no país (AZD1222). Ele foi modificado para também fornecer imunidade contra a recém-emergente cepa da variante B.1.351 da covid-19, identificada primeiro na África do Sul, em abril.

O estudo, de fase II/III parcialmente duplo-cego, randomizado, será aplicado em adultos de 18 anos de idade ou mais, previamente vacinados e não vacinados para determinar a segurança e a imunogenicidade da vacina candidata.

A AstraZeneca quer verificar a eficácia do imunizante, que atuaria como uma espécie de terceira dose para indivíduos soronegativos para SARS-CoV-2, que receberam anteriormente uma vacinação primária de duas doses contra a covid-19  SARS-CoV-2 com a vacina atualmente em uso (AZD1222) ou de uma vacina que utiliza a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA) contra a covid-19, como as da Pfizer e da Moderna.

Também será verificada a eficácia da candidata a imunizante sendo aplicada como vacinação homóloga primária de duas doses para pessoas soronegativas para SARS-CoV-2 que não estão vacinadas”. 

Nesse caso, os pesquisadores querem testar uma espécie de esquema misto, com a aplicação de uma primeira dose da vacina da AstraZeneca já utilizada no país e a segunda dose da nova versão do produto.

A empresa planeja testar esse esquema em 2.475 participantes no Brasil, Reino Unido, África do Sul e Polônia. Aqui está prevista a participação de 800 pessoas no Distrito Federal,  Bahia, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo.

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Mais de 100 casos da variante Delta foram registrados no Brasil

O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), em parceria com o Instituto das Cidades Inteligentes (ICI), lançou uma nova versão do Hemogram, aplicativo colaborativo para celular que promove e incentiva a doação de sangue. O app disponibiliza várias informações sobre os critérios para a doação, data para a próxima coleta e, ainda, direciona o usuário para o site de agendamento.

O app está disponível gratuitamente para usuários do sistema Android por meio da Play Store (veja aqui).

O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar) em parceria com o Instituto das Cidades Inteligentes (ICI), lançou uma nova versão do Hemogram, aplicativo colaborativo para celular que promove e incentiva a doação de sangue. – Curitiba, 15/07/2021 – Foto: Hemepar/App Hemogram

O secretário da Saúde, Beto Preto, afirma que o aplicativo é importante para facilitar a doação de forma rápida. “Precisamos criar e reinventar ferramentas para que as pessoas possam cada vez mais ajudar o próximo. Com a nova versão, o usuário tem nas mãos todas as informações para efetivar a doação de forma prática, além de receber notificações que lembram sobre a data agendada. E pode, ainda, traçar a rota até o local da doação”, disse.

De acordo com a diretora do Hemepar, Liana Andrade Labres de Souza, a expectativa é aproximar e fidelizar os doadores. “O aplicativo é um grande incentivo e contribui para o aumento das doações”, afirmou. “Importante lembrar que uma única bolsa de sangue pode salvar até quatro vidas. Por isso precisamos manter a rotina de doação, lembrar da importância de voltar e manter essa ação periodicamente”.

ESTOQUES 

Com a pandemia da Covid-19, as doações de sangue tiveram uma queda de cerca de 40%, o que impacta diretamente no atendimento aos 384 hospitais públicos, privados e filantrópicos do Paraná que recebem bolsas de sangue e dependem da hemorrede. “Lembramos que mesmo com a pandemia, as outras doenças não pararam, os traumas continuam acontecendo e transfusões continuam sendo necessárias”, enfatizou a diretora do Hemocentro.

 SEGURANÇA

O Hemepar adaptou todo o fluxo de atendimento para trazer segurança na prevenção da Covid-19 na hora da doação. O agendamento é online e o atendimento feito com oito pessoas a cada meia hora para evitar aglomerações, com utilização de álcool gel 70% e profissionais devidamente paramentados.

VACINADO PODE DOAR 

Pessoas imunizadas contra a Covid-19 podem fazer doações de sangue normalmente, desde que aguardem o período estipulado para cada tipo de vacina. A CoranoVac, da Sinovac/Butantan, estabelece um prazo de 48 horas após a aplicação para que o cidadão possa fazer doação de sangue. A AstraZeneca/Fiocruz, a Pfizer/Comirnaty/BioNtech e a Janssen pedem o intervalo de sete dias para a doação.

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