Stone abre vagas de emprego em Curitiba

Fintech busca talentos para integrar o time comercial

 A Stone, empresa de tecnologia em serviços financeiros, tem novas oportunidades de emprego abertas em Curitiba. As vagas são para o time comercial externo da fintech que busca pessoas alinhadas à sua cultura e que queiram transformar o setor de meios de pagamentos no Brasil. Para se candidatar, é só acessar o site e se inscrever.

Não há data limite para realizar a inscrição no portal. As vagas contam com salário fixo + variável relacionada ao cumprimento de metas. Além disso, a empresa oferece vale alimentação e refeição, vale transporte, seguro saúde e odontológico, seguro de vida, auxílio creche e auxílio academia.

Curitiba é um polo estratégico para a companhia. Por isso estamos investindo em oportunidades de emprego na região que nos permita continuar crescendo e atendendo bem aos nossos clientes”, explica Augusto Lins, presidente da Stone.
“Nosso modelo de atuação é diferenciado, pois sabemos que o Brasil vai muito além dos grandes centros. Somos movidos por empreendedores espalhados por todo o país. Precisamos reforçar ainda mais nossos times locais para atender com excelência nossos clientes”, completa.

Diante do cenário de pandemia no país e seguindo as normas de segurança ditadas pela Vigilância Sanitária, a Stone está conduzindo os processos seletivos com todas as etapas de forma on-line, garantindo a saúde dos candidatos e dos recrutadores. O processo de contratação inclui testes on-line e entrevistas por videoconferência e não haverá a etapa presencial para conhecer as instalações da empresa, nesse primeiro momento.

Stone está em busca de pessoas alinhadas à sua cultura e que queiram transformar o setor de meios de pagamentos no Brasil. Além dessas oportunidades, empresa tem vagas abertas em outras cidades e áreas, todas elas estão listadas no portal Jornada Stone .

Sobre a Stone

Stone é uma empresa de tecnologia financeira que possui uma plataforma de soluções de venda e gestão cujo propósito é melhorar a vida do empreendedor brasileiro, ajudando-o a vender mais, gerir melhor o seu negócio e crescer sempre. Por meio de tecnologia e inovação, contribui para o fortalecimento e a evolução do mercado. Com clientes espalhados por todo o Brasil, desenvolve um relacionamento próximo e personalizado com cada um dos lojistas que atende.

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Paraná separa doses para vacinar mais de 32 mil trabalhadores da educação; veja divisão por regional

As 22 Regionais que formam o sistema público de Saúde do Paraná começaram a receber nesta sexta-feira (30) as novas doses da vacina contra a Covid-19. A distribuição das 309.155 doses por parte do Governo do Estado ocorreu na quinta-feira (29). São 302.955 Covishield, desenvolvida pela Universidade de Oxford/Astrazeneca/Fiocruz, e 6.200 CoronaVac, fabricada pelo Instituto Butantan/Sinovac.

Os imunizantes foram transportados por avião para as áreas mais afastadas de Curitiba, e via terrestre para as divisões de Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão, Londrina, Telêmaco Borba e Ivaiporã. As vacinas integram o 15º lote encaminhado ao Estado pelo Ministério da Saúde.

Toda a remessa será destinada às primeiras doses de grupos prioritários cuja imunização já está em andamento. As doses da Coronavac são todas indicadas a pessoas de 60 a 64 anos. São 5.581 doses para o grupo, o equivalente a 1% do total de pessoas da faixa etária. As demais recebidas são destinadas à reserva técnica.

As vacinas da Covishield, por sua vez, vão abranger dois grupos prioritários: além de 48% do total de idosos entre 60 e 64 anos, abarcados por 270.380 doses, mais 2.277 doses são indicadas a 6% do total de trabalhadores das forças de segurança, salvamento e Forças Armadas. As doses restantes também são armazenadas como reserva técnica.

Até a manhã desta sexta-feira (30), de acordo com o Vacinômetro da Secretaria de Estado da Saúde, o Paraná havia aplicado um total de 2.732.942 de vacinas, sendo 1.742.926 primeiras doses e 990.016 segundas doses.

Confira a quantidade de doses de vacinas contra a Covid-19 encaminhadas

1ª RS – Paranaguá – 7.925 AstraZeneca e 160 CoronaVac: 8.085 doses

2ª RS – Metropolitana – 90.015 AstraZeneca e 1.780 CoronaVac: 91.795 doses

3ª RS – Ponta Grossa – 14.720 AstraZeneca e 310 CoronaVac: 15.030 doses

4ª RS – Irati – 4.235 AstraZeneca e 90 CoronaVac: 4.325 doses

5ª RS – Guarapuava – 11.245 AstraZeneca e 230 CoronaVac: 11.475 doses

6ª RS – União da Vitória – 4.330 AstraZeneca e 90 CoronaVac: 4.420 doses

7ª RS – Pato Branco – 7.130 AstraZeneca e 130 CoronaVac: 7.260 doses

8ª RS – Francisco Beltrão – 10.440 AstraZeneca e 200 CoronaVac: 10.640 doses

9ª RS – Foz do Iguaçu – 11.010 AstraZeneca e 220 CoronaVac: 11.230 doses

10ª RS – Cascavel – 14.475 AstraZeneca e 310 CoronaVac: 14.785 doses

11ª RS – Campo Mourão – 9.830 AstraZeneca e 210 CoronaVac: 10.040 doses

12ª RS – Umuarama – 8.265 AstraZeneca e 160 CoronaVac: 8.425 doses

13ª RS – Cianorte – 4.130 AstraZeneca e 90 CoronaVac: 4.220 doses

14ª RS – Paranavaí – 7.875 AstraZeneca e 150 CoronaVac: 8.025 doses

15ª RS – Maringá – 24.015 AstraZeneca e 470 CoronaVac: 24.485 doses

16ª RS – Apucarana – 10.690 AstraZeneca e 230 CoronaVac: 10.920 doses

17ª RS – Londrina – 27.620 AstraZeneca e 570 CoronaVac: 28.190 doses

18ª RS – Cornélio Procópio – 6.980 AstraZeneca e 160 CoronaVac: 7.140 doses

19ª RS – Jacarezinho – 8.335 AstraZeneca e 200 CoronaVac: 8.535 doses

20ª RS – Toledo – 10.865 AstraZeneca e 230 CoronaVac: 11.095 doses

21ª RS – Telêmaco Borba – 4.355 AstraZeneca e 120 CoronaVac: 4.475 doses

22ª RS – Ivaiporã – 4.470 AstraZeneca e 90 CoronaVac: 4.560 doses

TOTAL – 302.955 AstraZeneca e 6.200 CoronaVac: 309.155 doses

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Novas vacinas recebidas hoje pelo Paraná vão priorizar gestantes e pessoas com comorbidade

Embora o Ministério da Saúde ainda não tenha enviado doses da vacina contra a covid-19 para pessoas com comorbidades, Curitiba já está se preparando para esta próxima etapa da imunização,. Ela deve acontecer logo após o encerramento da vacinação dos profissionais de saúde e idosos (60 anos ou mais) e quando houver imunizantes disponíveis para este novo grupo.

Nesta quinta-feira (29/04), a secretária municipal da saúde de Curitiba, Márcia Huçulak, se reuniu virtualmente com o presidente do Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR), Roberto Yosida, e com o presidente da Unimed Curitiba, Rached Traya, para definir como será feita a comprovação dos pacientes com comorbidades elegíveis para a vacina e que são atendidos pela rede privada.

“Nosso objetivo é já deixar todos informados sobre as regras para esse grupo, para que todos tenham tempo hábil de se preparar”, afirma a secretária.

A estimativa é que o grupo com comorbidades elegíveis para a vacina, de acordo com o previsto pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação, seja composto por 300 mil pessoas de 18 a 59 anos em Curitiba.

“Nós vamos seguir ‘religiosamente’ o plano nacional em relação às comorbidades elegíveis”, afirmou Márcia.

Como vai funcionar

Seguindo orientação do Ministério da Saúde, o grupo das pessoas com comorbidades será vacinado por idade – ou seja, do mais velho para o mais novo. Pacientes com comorbidades que fazem parte do grupo prioritário e são acompanhados pelas unidades de saúde não precisarão apresentar nenhum documento extra.

Já os pacientes acompanhados pela rede privada precisarão apresentar uma declaração do médico que o acompanha, de acordo com o definido em reunião entre a Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, CRM-PR e Unimed Curitiba. A declaração modelo será disponibilizada via Portal do CRM-PR para os médicos na próxima semana.   

“No início da pandemia, o conselho disponibilizou aos médicos do Estado, via Portal de Serviços, ferramentas para emitir receitas, atestados, declarações e até fazer solicitações de exames via web, com assinatura eletrônica e chave de validação acessada pelo site para confirmar a veracidade dos documentos. Agora estamos nos adequando para possibilitar também a emissão da Declaração de Comorbidades, de acordo com as especificações e doenças indicadas para que o paciente possa receber a vacina contra a covid-19”, explicou Yosida.

O documento será preenchido pelo médico com a indicação da comorbidade que elege o paciente para a vacinação contra a covid-19, conforme as enfermidades previstas no Plano Nacional de Operacionalização de Vacinação do Ministério da Saúde (veja a lista a seguir).

No termo, o médico precisará declarar que o paciente está sob seus cuidados. Por fim, o médico deverá assinalar a veracidade e autenticidade das informações descritas na declaração, sob pena de responsabilização pelo Código de Ética Médica e Código Penal.

A declaração será enviada via e-mail ao paciente, que deverá imprimir e levar junto na hora da vacinação.

Gestantes

As gestantes, em qualquer idade gestacional entre 18 e 59 anos, foram incluídas pelo Ministério da Saúde nesta fase de imunização dos pacientes com comorbidades. Para este público, não será necessário aguardar o critério de idade.

As gestantes que já são acompanhadas pelas unidades de saúde de Curitiba poderão se vacinar assim que iniciar a imunização do público de comorbidades, sem a necessidade de apresentar documentação extra. Já as gestantes acompanhadas pela rede privada precisarão apresentar a declaração do seu médico, que será disponibilizada via Portal do CRM.

As puérperas (mães que tiveram bebê a até 45 dias) seguem a mesma lógica para se enquadrar nos critérios para vacinação contra o covid-19.

A estimativa é que este grupo de gestantes e puérperas seja composto por 35 mil mulheres.

Pessoas com deficiência permanente

O Plano Nacional de Operacionalização do Ministério da Saúde incluiu, nesta mesma fase de imunização, pessoas com deficiência permanente entre 18 e 59 anos e que sejam cadastrados no Benefício de Prestação Continuada (BPC).

A lista de pessoas que se enquadram nesta condição será fornecida pela Fundação de Ação Social às unidades de saúde de Curitiba.

Lista de comorbidades

Veja as comorbidades estipuladas no Plano Nacional de Operacionalização de Vacinação do Ministério da Saúde

– Diabetes mellitus (qualquer indivíduo com diabetes);

– Pneumopatia crônica grave (indivíduos com pneumopatias graves incluindo doença pulmonar obstrutiva crônica, fibrose cística, fibroses pulmonares, pneumoconioses, displasia broncopulmonar e asma grave com uso recorrente de corticoides sistêmicos ou internação prévia por crise asmática).

– Hipertensão Arterial Resistente (pacientes cuja pressão arterial permanece acima das metas recomendadas com o uso de três ou mais anti-hipertensivos de diferentes classes, em doses máximas preconizadas e toleradas, administradas com frequência, dosagem apropriada e comprovada adesão ou com pressão arterial controlada em uso de quatro ou mais fármacos anti-hipertensivos).

– Hipertensão Arterial estágio 3 (pressão arterial sistólica ≥180mmHg e/ou diastólica ≥110mmHg independente da presença de lesão em órgão-alvo ou comorbidade)

– Hipertensão Arterial estágio 1 e 2 com lesão em órgão-alvo e/ou comorbidade (pressão arterial sistólica entre 140 e 179mmHg e/ou diastólica entre 90 e 109mmHg na presença de lesão em órgão-alvo e/ou comorbidade).

– Insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, intermediária ou preservada; em estágios B, C ou D, independente de classe funcional da New York Heart Association

– Cor-pulmonale crônico, hipertensão pulmonar primária ou secundária

– Cardiopatia hipertensiva (hipertrofia ventricular esquerda ou dilatação, sobrecarga atrial e ventricular, disfunção diastólica e/ou sistólica, lesões em outros órgãos-alvo)

– Síndromes coronarianas crônicas (angina pectoris estável, cardiopatia isquêmica, pós-infarto agudo do miocárdio)

– Valvopatias (lesões valvares com repercussão hemodinâmica ou sintomática ou com comprometimento miocárdico)

– Miocardiopatias de quaisquer etiologias ou fenótipos; pericardite crônica; cardiopatia reumática

– Doenças da aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosas (aneurismas, dissecções, hematomas da aorta e demais grandes vasos)

– Arritmias cardíacas com importância clínica e/ou cardiopatia associada (fibrilação e flutter atriais; entre outras)

– Cardiopatias congênitas no adulto com repercussão hemodinâmica, crises hipoxêmicas; insuficiência cardíaca; arritmias; comprometimento miocárdico

– Doença cerebrovascular (acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico; ataque isquêmico transitório; demência vascular)

– Doença renal crônica estágio 3 ou mais (taxa de filtração glomerular < 60 ml/min/1,73 m2) e síndrome nefrótica

– Imunossuprimidos (indivíduos transplantados de órgão sólido ou de medula óssea; pessoas vivendo com HIV; doenças reumáticas imunomediadas sistêmicas em atividade e em uso de dose de prednisona ou equivalente > 10 mg/dia ou recebendo pulsoterapia com corticóide e/ou ciclofosfamida; demais indivíduos em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias; pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos 6 meses; neoplasias hematológicas).

– Anemia falciforme

– Obesidade mórbida (IMC ≥ 40)  

– Síndrome de down (trissomia do cromossomo)

Além desses:

– Gestantes, em qualquer idade gestacional entre 18 e 59 anos

– Pessoas com deficiência permanente entre 18 e 59 anos e que sejam cadastradas no Benefício de Prestação Continuada (BPC)

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